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O LUTO DE UMA VIDA
NÃO CABE EM 5 DIAS

Filipa e Miguel, pais do Vasco

Consenso parlamentar para

o alargamento dos dias

de luto parental 

  Numa audiência da Comissão de Trabalho e Segurança Social, a pedido do PSD, no passado dia 13 de Outubro, a Acreditar esteve a expor os motivos fundamentais para o alargamento dos dias de luto parental.  “São raras as causas que neste parlamento obtêm um consenso e uma aceitação tão generalizada e estamos em crer que, (…) o mais rapidamente possível, este assunto será ultrapassado”, foi assim que o presidente da Comissão se referiu à expressiva adesão da sociedade civil a esta causa.

  Só podemos agradecer a todos os que contribuíram para que estes pais se sintam menos sozinhos. E esperamos que o processo legislativo seja o mais célere possível.

 

Pode assistir aqui à audiência.

83.508 assinaturas entregues na Assembleia da República

no dia 12 de Outubro

 

PETIÇÃO
Alteração ao regime legal
do luto parental

  "Como pai que representa os Pais em nome dos quais esta petição é lançada, penso que é fundamental que se altere a legislação existente; o luto pela morte de um filho, cujos contornos estão referidos no texto da petição, não pode tornar-se num exercício repentista excessivamente condicionado pelo prazo. Há 20 anos tive cinco dias para regressar ao trabalho após a morte da minha filha de 7 anos. Serviram para pouco, para quase nada."

 

João de Bragança

Primeiros signatários

Afonso Reis Cabral, escritor Alice Vieira, escritora Américo Aguiar, bispo Auxiliar de Lisboa I Ana Corrêa Nunes, mãe e fundadora da Acreditar I André Sardet, compositor e cantor I Ângelo Felgueiras I António Carmona Rodrigues I António Gentil Martins, médico António Gomes de Pinho, presidente da Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva I António José Barata Figueiredo, vice-reitor Universidade de CoimbraCândida Cancelinha, pediatra paliativista, vice-presidente Ass. Port. Cuidados Paliativos Carlos Fiolhais, prof. Jubilado da Universidade de Coimbra Carlos Manuel Pereira Azevedo, capelão do Hospital D. Estefânia I Catarina Pazes, enfermeira de Cuidados Paliativos, e Presidente da Ass. Port. Cuidados Paliativos I Catarina Teixeira I Clara Almeida Santos, professora da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra I Cláudia Cavadas, Vice-reitora da Universidade de Coimbra Cristina Potier, directora-geral da Fundação Rui Osório de Castro I Daniel Oliveira, jornalista I Delfim Ferreira Leão, vice reitor da Universidade de Coimbra  Dora Correia, Investigadora médica radioncologista Eduardo Carqueja, director do Serv. Psicologia do CHSJ Eduardo Marçal Grilo I Eduardo Dâmaso, jornalista Elsa Mourão I Fernando Araújo, médico I Filipa Silveira e Castro, mãe do Vasco I Filipe Osório de Castro, administrador da Fundação Rui Osório de Castro I Filomena Pereira, directora do Serviço de Pediatria do IPO de Lisboa Francisco José Viegas, escritor e editor I Helena Marujo, professora associada da Universidade de LisboaInês Pedrosa, escritora I Isabel Galriça Neto Isabel Jonet, presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome e da ENTRAJUDA Jaime Nogueira Pinto, historiador e escritor I João Baião, apresentador de tv e actorJoão de Bragança, pai, presidente da Acreditar I João Garcia, jornalista João Gouveia Monteiro, professor da Universidade de Coimbra I João Lázaro, presidente da APAV I Jorge Pereira da Silva, constitucionalista I José Luís Nunes Martins, escritor  I João Nuno Calvão da Silva, vice-reitor Universidade de Coimbra I  José Ribeiro e Castro Kátia Guerreiro, fadista I  Laurinda AlvesLeonor Beleza, presidente do Cons. Adminstração da Fundação Champalimaud Lídia Franco I Lídia Jorge, escritora I Luís Filipe Castro Mendes I Madalena D'Orey I Mafalda Lopes da Costa, jornalista  I Manuel João Brito, oncologista pediátra, director de serviço de oncologia pediátrica CHUC-HP I Maria da Conceição Osório RibeiroMaria de Belém I Maria Emília Brederode Santos I Maria de Jesus Moura, unidade de psicologia do IPO Lisboa – especialista em Psico-Oncologia pediátrica Maria do Bom-Sucesso, oncologista pediátrica, diretora do Serviço de Oncologia Pediátrica CHUSJ I Maria do Carmo Martins Azevedo MeirelesMaria Karla Osório de Castro I Maria João CoelhoMariana Lopes da Costa, directora-geral da Associação Salvador I Mário Cordeiro, professor de pediatria e escritorMauro Paulino, psicólogo clínico e forense I Miguel Cruz Gomes, pai do VascoMiguel M. Gonçalves, professor catedrático e presidente da Escola de Psicologia da Universidade do Minho Miguel Tamen, professor Nadine Rombert Trigo, membro do Conselho de Administração da Fundação Ensino e Cultura Fernando Pessoa I Nicolau Santos, jornalista Patrícia Dias Mendes, jurista I Paula Moura Pinheiro, jornalista Pedro Bello I Pedro Soares Branco, Director Clínico do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central I Pedro Strecht I Ricardo Araújo Pereira, humorista I Rita Ferro, escritora I Rita Salgado, empresária I Rogério Alves, advogado I Rui Henrique, médico, presidente do Conselho de Administração do IPO Porto Rute Agulhas, psicóloga clínica e forense Sandra Anastácio, presidente da Ajuda de Berço I Sandra Nascimento, presidente da APSI - Associação para a Promoção da Segurança InfantilSimonetta Luz Afonso, gestora cultural I Sofia Gabriel, psicóloga I Vítor Guégués 

83.508 assinaram

O luto de uma vida
não cabe em 5 dias. 

 Os pais que vivem a perda de um filho vivem o luto de uma vida – a vida que partilharam e a vida que se ficou pelos sonhos e pelos planos. Para estes pais, o Estado contempla 5 dias de luto.

 Considerado como uma das experiências mais traumáticas para o ser humano, o luto parental é um processo intenso, complexo e que pode durar uma vida.

 5 dias é um tempo manifestamente insuficiente. A petição que lançamos visa alargar o período de luto pela morte de um filho para 20 dias.

A petição na comunicação social
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Público

Luto parental: “Sem esta adesão impressiva dos cidadãos, a resposta dos partidos seria menos pronta”

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Expresso​

O luto de quem perde um filho ou quantos cinco dias cabem em seis meses